• 21 de junho
  • quinta-feira, de 19h às 21h
  • 3x R$53,33 (total: R$160) - apenas esse encontro
  • 0u
  • 3x R$120 (total: R$360) - Clube Parangolé (três encontros do ano)

inscrição


 

Movido pelo desejo de “divulgar a história do mundo com um olhar mais doce”, João Roberto Ripper coloca sua fotografia humanista a serviço dos direitos humanos, mostrando sua importância na quebra de estereótipos e no uso dessa arte como ferramenta de denúncia e transformação social. Quilombolas, pescadores, indígenas, caatingueiros ganham, através de suas lentes, a dignidade que tão frequentemente lhes
é negada e a beleza tão difícil de ser enxergada em sua dura realidade. Para Ripper, “a ideia é tentar trazer as histórias de beleza, porque mesmo com dificuldades essas pessoas não perdem essa deliciosa teimosia em serem felizes”. É essa sua “fotografia do bem querer”.

O que são os Encontros Parangolé?

São encontros com um bate-papo descontraído para discutir temas multidisciplinares, tais como: artes, filosofia, ciências sociais entre outros assuntos que nos ajudem a ampliar a visão de mundo e entender melhor suas conexões com o nosso cotidiano. A cada encontro, um novo convidado.

Formas de pagamento:
- Em até 3x sem juros pelo PagSeguro (inscrição online);
- Boleto emitido pelo PagSeguro (inscrição online);
- À vista com 10% de desconto (inscrição por email: contato@atelieoriente.com).

Veja onde estamos.


Convidado:

 Foto: Kita Pedroza

Foto: Kita Pedroza

JOÃO ROBERTO RIPPER
Nascido em 1953, no Rio de Janeiro, João Roberto Ripper começou a trabalhar como fotojornalista aos 19 anos. Passou pelos jornais Última Hora, O Estado de São Paulo, O Globo, entre outros. A partir da década de 1990, Ripper estabeleceu uma articulação mais estreita do trabalho documental com a atuação na área de Direitos Humanos.
Junto a outros fotógrafos, fundou a agência Imagens da Terra, entidade sem fins lucrativos, especializada na fotografia documental de denúncia social. Sua atuação nesse campo é tão relevante, que levou a Anistia Internacional a ilustrar quase que exclusivamente com fotografias de sua autoria o relatório que publicou, em 1988, sobre a Violência no Campo no Brasil. Em 2004, fundou o Programa Imagens do Povo, projeto realizado pelo Observatório de Favelas, na Maré. Publicou, em 2009, o livro "Imagens Humanas", que apresenta 195 fotos selecionadas a partir de um acervo de 150 mil imagens. Entre seus trabalhos referenciais estão “Trabalho Escravo”, “Trabalho Infantil”, “Índios do Mato Grosso do Sul” e “Mulheres entre Luzes e Sombras”.